Velella velella e Physalia physalis em águas Portuguesas

Velella velella e Physalia physalis em águas Portuguesas

teste2019-07-12 (IPMA)

Ocorrência de Velella velella e Physalia physalis em águas Portuguesas

O GelAvista continua a receber muitos avistamentos de diversas espécies de organismos gelatinosos, nomeadamente de Velella velella e Physalia physalis (esta última conhecida por Caravela-Portuguesa).

Trata-se de um fenómeno, de crescimento rápido naturais e sazonais das espécies, que ocorrem anualmente, motivados por condições oceanográficas e ambientais favoráveis à sua reprodução. O ano de 2019 tem sido caracterizado por um período mais longo e intenso de arrojamento destas espécies, detectadas desde o final de Janeiro.

Os dados do programa GelAvista indicam que a abundância destes organismos é já menor do que no final de Maio e início de Junho, mas teremos de aguardar a evolução dos factores oceanográficos locais para perceber como poderá progredir o transporte destas espécies. É previsível que a abundância diminua gradualmente ao longo do tempo.

Para o mês de Julho, os avistamentos da espécie Physalia physalis (Caravela-Portuguesa) recebidos pelo GelAvista deram-se nas seguintes praias:

• Lisboa: Praia da Areia Branca (Lourinhã), Praia da Peralta (Lourinhã), Praia de Porto Dinheiro (Lourinhã), Praia de S. Lourenço (Mafra), Praia do Giribeto (Sintra), Praia de Carcavelos

• Algarve: Praia da Amoreira (Aljezur), Praia de Faro

• Leiria: Praia da Gambôa (Peniche)

• Açores: Praia do Varadouro (Faial), Praia das Milícias (São Miguel), Silveira (Terceira), Zona balnear das Cinco Ribeiras (Terceira), Serretinha (Terceira); Cais da Calheta (Santa Cruz da Graciosa)

Indivíduos da espécie Velella velella foram avistados em:

• Coimbra: Praia da Tocha (Cantanhede), Praia de Mira (Cantanhede)

• Lisboa: Praia da Areia Branca (Lourinhã), Praia do Areal (Lourinhã), Praia da Peralta (Lourinhã), Praia de S. Lourenço (Mafra), Praia da Calada (Mafra), Praia da Foz do Lizandro (Ericeira), Praia do Sul (Ericeira), Praia do Algodio (Ericeira), Praia de Ribeira de Ilhas (Ericeira), Praia do Giribeto (Sintra), Praia da Cresmina (Sintra), Praia da Samarra (Sintra), Praia da Princesa (Caparica)

• Setúbal: Praia Grande (Tróia)

Ainda que ambas as espécies têm uma cor azulada, importa esclarecer as diferenças:

• Physalia physalis (Caravela-Portuguesa) - apresenta um flutuador em forma de “balão" e, em geral, de dimensões maiores do que a Velella. Os seus tentáculos podem chegar aos 30 metros de comprimento e são muito urticantes, capazes de provocar graves queimaduras. É a espécie que requer maior cautela por parte dos banhistas nas águas Portuguesas.

• Velella velella - apresenta um flutuador em forma de "vela" triangular achatada. São em geral de pequenas dimensões, diâmetro varia entre 1 a 7 cm e possui tentáculos curtos, ligeiramente urticantes que na maioria dos casos não representam perigo para os banhistas.

Recomenda-se que se evite o contacto com os organismos, relembrando os procedimentos adequados em caso de contacto com a Caravela-Portuguesa:

• Lavar a zona afectada com água do mar, sem esfregar!

• Remover os tentáculos que ainda permaneçam na pele com uma pinça.

• Aplicar vinagre e bandas (ou água) quentes.

• Consultar assistência médica.

Avistamentos de qualquer espécie de organismos gelatinosos, poderão ser comunicados ao programa GelAvista através de Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou da aplicação GelAvista para sistemas Android. O seu contributo é muito importante!

Site GelAvista: http://gelavista.ipma.pt/

Página de Facebook: https://www.facebook.com/GelAvista-1040242599378331/

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Valores à superfície na Costa Ocidental Portuguesa

Valores à superfície na Costa Ocidental Portuguesa

Previsão temperatura da superfície do mar2019-07-09 (IPMA)

O afloramento costeiro (upwelling) é um fenómeno oceanográfico que consiste na subida de águas subsuperficiais para a camada de água à superfície no oceano, tendo como forçamento meteorológico o vento junto à superfície.

Nas regiões onde ocorre o afloramento costeiro, a temperatura da água do mar é mais baixa, visto que a sua origem está em camadas mais profundas do oceano, e o vento predomina de N ou NW.

Entre os dias 1 e 8 de Julho, a existência de uma depressão centrada a oeste da Península Ibérica condicionou o regime de vento junto à costa ocidental portuguesa, predominando o vento W ou SW não permitindo que o fenómeno de afloramento costeiro ocorresse.

Em consequência os valores da temperatura da água do mar à superfície, para esta época do ano são altos, e superiores aos respetivos valores normais em cerca de 2 °C.

Os valores da temperatura da água do mar à superfície na costa ocidental portuguesa, de acordo com o modelo de previsão oceânica NEMO (http://www.ipma.pt/pt/maritima/sst/) operacional no IPMA, são apresentados abaixo, na Tabela 1.

Os valores da temperatura da água do mar à superfície no mês de junho de 2019 foram da ordem de 18 °C, e superiores a 19 °C nos primeiros dias de julho, correspondendo a um aumento de mais de 1 °C.

Acresce ainda que o IPMA não dispõe de bóias para monitorização da temperatura da água do mar à superfície, sendo esta possível através de deteção remota. As observações de temperatura da água do mar em tempo quase real podem ser obtidas através da rede de boias multiparamétricas disponibilizadas pelo Instituto Hidrográfico.

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  • Tabela 1: Valores da temperatura da água do mar à superfície (°C) na costa ocidental portuguesa
    Tabela 1: Valores da temperatura da água do mar à superfície (°C) na costa ocidental portuguesa

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Reunião do ECMWF

Reunião do ECMWF

Reunião ECMWF2019-07-03 (IPMA)

O 94º Conselho do ECMWF (European Centre for Medium-range Weather Forecast) decorreu em Lisboa, no Centro Cultural de Belém, entre 27 e 28 de junho.

O ECMWF é um instituto de pesquisa e fornece um serviço operacional 24 horas por dia, 7 dias por semana, de produção e divulgação de previsões meteorológicas numéricas acessíveis aos serviços meteorológicos dos 34 países que são membros.

O Conselho é atualmente presidido pelo Prof. Dr. Miguel Miranda, Presidente do IPMA.

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2.º Workshop - 25 e 27 de junho

2.º Workshop - 25 e 27 de junho

Imagem de grupo dos participantes no workshop 2019-07-03 (IPMA)

O segundo workshop do projeto FIDUCEO decorreu em Lisboa, no IPMA-Algés nos dias 25 a 27 de junho de 2019.
O workshop iniciou-se com uma sessão prática sobre os conceitos de metrologia na observação da Terra, dinamizada pela Drª Emma Woolliams, do NPL (Laboratório Nacional de Física do Reino Unido).

Chris Merchant (Universidade de Reading), Isabel Trigo (IPMA) e Emma Woolliams (NPL) coordenaram as quatro sessões do workshop, focadas: na produção de FCDR (Fundamental Climate Data Records); na derivação de CDR (Climate Data Records) a partir de FCDR; estabilidade a longo-prazo de FCDR e CDR; e aplicação de novas metodologias à criação de data records de clima e ambiente.

As sessões incluíram apresentações de investigadores de universidades, institutos de meteorologia, laboratórios de investigação e empresas privadas, da Europa e dos Estados Unidos, bem como do ECMWF e da EUMETSAT.

Na terça-feira, foi dinamizada uma sessão de posters para fomentar a discussão científica entre os cerca de 50 participantes. Outras oportunidades de networking incluíram um cocktail e jantar na quarta-feira.

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    Imagem de grupo dos participantes no workshop

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Junho classificou-se como muito frio em Portugal continental

Junho classificou-se como muito frio em Portugal continental

Percentagem de água no solo2019-07-03 (IPMA)

O mês de Junho de 2019 foi o 13º mais frio desde 1931 e o mais frio desde 2000. O valor médio da temperatura média do ar, 18.19 °C, foi inferior ao normal com um desvio de -1.23°C. O valor médio da temperatura mínima do ar, 11.66°C, foi 1.84°C inferior ao valor normal, sendo ao 4º valor mais baixo desde 1931 (mais baixo em 1972, 10.89 °C). O valor médio da temperatura máxima do ar, 24.73°C, foi 0.63°C inferior ao valor normal, sendo o 2º valor mais baixo desde 2000 (mais baixo em 2007). Valores da temperatura máxima, neste período, inferiores aos registados ocorreram em cerca de 30% dos anos, desde 1931.

Durante o mês de junho destacam-se os seguintes períodos:

  • 1 a 3 de junho: valores de temperatura do ar muito superiores ao valor normal, em particular, da temperatura máxima, sendo de salientar o dia 1 com um valor médio em Portugal continental de 33.3°C, +8.0°C em relação ao valor normal;
  • 4 a 15 de junho: valores de temperatura do ar (máxima, média e mínima) inferiores ao valor normal, sendo de salientar os dias 5 a 7 com valores da temperatura máxima muito inferiores ao normal (dia 6 com um desvio de -5.6 °C); destacam-se ainda os valores de temperatura mínima do ar entre 4 e 18 de junho, com inferiores ao valor normal;
  • 28 a 30: valores de temperatura do ar superiores ao normal, em especial a temperatura máxima do ar.

O valor médio da quantidade de precipitação em junho, 23.8 mm, corresponde a cerca de 74 % do valor normal mensal. Regionalmente destaca-se o Sul com valores inferiores ao normal, em particular o interior do Baixo Alentejo e a região do Algarve.

No final do mês verificou-se, em relação ao final de maio, uma diminuição significativa dos valores de percentagem de água no solo no Litoral Norte e Centro, mantendo-se nas regiões do interior Norte e Centro, na região de Vale do Tejo, no Alentejo e no Algarve com valores inferiores a 20% e que, em alguns locais, são muito próximos do ponto de emurchecimento permanente.

De acordo com o índice PDSI, em relação ao final de maio, mantém-se a situação de seca meteorológica no final de junho, verificando-se um ligeiro aumento da área em seca extrema na região Sul.

Assim, no final de junho, a distribuição percentual do índice de seca no território é a seguinte:

  • 5.9% na classe de seca extrema;
  • 28.0% na classe de seca severa;
  • 22.7% na classe de seca moderada;
  • 40.9% na classe de seca fraca;
  • 1.9% na classe normal;
  • 0.6% na classe chuva fraca.

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Pescado sustentável para idosos, grávidas e crianças

Pescado sustentável para idosos, grávidas e crianças

teste2019-07-01 (IPMA)

Concurso Europeu de receitas à base de pescado sustentável para idosos, grávidas e crianças

27 de Junho de 2019

No âmbito do projeto SEAFOODTOMORROW financiado pela UE, alunos e professores de escolas de hotelaria de seis países Europeus - Portugal, Espanha, Bélgica, Polónia, França e Suécia - desenvolveram receitas inovadoras, usando espécies de pescado sustentáveis e de origem local que cumpram as necessidades nutricionais de idosos, grávidas e crianças. As receitas foram selecionadas através de concursos nos seis países, tendo sido avaliadas por um júri constituído por representantes da indústria de processamento de pescado, empresas de catering, “chefs”, nutricionistas e investigadores.

Os vencedores dos seis concursos nacionais preparam-se agora para prestar provas na competição final que terá lugar no dia 1 de julho em Paris, a capital gastronómica da Europa.

As receitas vencedoras serão adaptadas para produção industrial em toda a Europa.

Mais informação sobre este evento pode ser obtida em www.seafoodtomorrow.eu ou no Twitter.

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Projeto SEAFOOD tomorrow

Projeto SEAFOOD tomorrow

teste2019-07-01 (IPMA)

Vídeo do projeto SEAFOODTOMORROW

No âmbito do projeto SEAFOODTOMORROW financiado pelo programa Horizonte 2020 da União Europeia (ref. 773400) e coordenado pelo IPMA, é com grande satisfação que apresentamos o vídeo de lançamento deste grande Projeto!

SEAFOODTOMORROW pretende validar e otimizar soluções comerciais para melhorar a sustentabilidade socioeconómica e ambiental da produção e processamento de pescado, bem como contribuir para preservar a qualidade e segurança destes produtos.

O vídeo pode ser encontrado no seguinte link:

https://www.youtube.com/watch?v=sQuA__pA49k (legendas em Português estão disponíveis mediante seleção nas definições do vídeo).

Pode também encontrar mais informações, eventos e contactos no site oficial do projeto:

https://seafoodtomorrow.eu/

“Junte-se a nós para um melhor consumo de pescado amanhã!”

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  • logo SEAFOODtomorrow
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Novo Atlas Europeu do Vento (NEWA)

Novo Atlas Europeu do Vento (NEWA)

Créditos da imagem: Nuno Soares, Smart Box (via Jornal Expresso)2019-06-27

O "New European Wind Atlas" (NEWA) é apresentado esta semana em Bruxelas, com o contributo de instituições portuguesas, nomeadamente do IPMA, e destaca-se pelo contributo do estudo orográfico na Serra de Perdigão, em Vila Velha de Ródão.

Os dados recolhidos nesse local serão decisivos para definir a localização dos parques eólicos mas terão outras aplicações como a melhor compreensão da poluição atmosférica, o auxilio à navegação de drones e aeronaves, o estudo de fogos florestais, assim como o estudo dos padrões de vento no caso da meteorologia.

"A Serra de Perdigão é assim um “laboratório vivo”, uma espécie de túnel aerodinâmico como aqueles em que se testam automóveis ou aviões, mas à escala real e em que o objeto de estudo é o próprio vento", como o refere o artigo do Jornal Expresso.

Este projeto recebeu um financiamento de cerca de 14 milhões de euros, com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia a atribuir 750 mil euros ao consórcio português integrado pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), o Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI), o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

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Maré Vermelha: Moluscos Bivalves

Maré Vermelha: Moluscos Bivalves

<i>Lingulodinium polyedrum</i>2019-06-18 (IPMA)

O aparecimento de maré vermelha na zona de Faro/Praia da Falésia é devido à presença em concentrações elevadas de Lingulodinium polyedrum, um dinoflagelado eventualmente produtor de iessotoxinas (biotoxinas marinhas). Não se conhecem intoxicações em humanos devido ao consumo de moluscos contaminados com esta biotoxina. Em condições menos favoráveis esta microalga forma quistos resistentes que se depositam nos sedimentos; Havendo correntes favoráveis, devido a algum processo de ressuspensão para a coluna de água, e por encontrarem um conjunto de condições oceanográficas ideais, como uma temperatura da água mais elevada (valores de verão para o algarve) os quistos germinam, formando esta proliferação.

É uma espécie observada na rotina do programa de monitorização de moluscos bivalves, com presença regular nas águas portuguesas, mas não em concentrações tão elevadas como as agora verificadas.

Por causa da maré vermelha na zona de Faro/Praia da Falésia, procedeu-se à intensificação da amostragem de água para identificação de fitoplâncton tóxico, para além das amostras regulares de bivalves para a pesquisa de biotoxinas marinhas que efetua nas zonas afetadas.

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  • <i>Lingulodinium polyedrum</i>
    Lingulodinium polyedrum

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Riscos Emergentes e Comunicação em Saúde

Riscos Emergentes e Comunicação em Saúde

teste2019-06-18 (IPMA)

O Seminário Internacional sobre Riscos Emergentes e Comunicação em Saúde - Riscos futuros: Comunicando hoje, os riscos do amanhã - visa reunir promotores de políticas públicas e investigadores nacionais e internacionais, para discutir as possíveis consequências futuras e medidas de prevenção dos riscos emergentes para a saúde humana: “Um risco resultante de um perigo recém identificado no qual uma exposição significativa pode ocorrer, ou resultante de uma nova ou aumentada exposição e/ou suscetibilidade a um risco conhecido.” (EFSA, 2007). Devido a sua novidade e à incerteza inerente às suas consequências, vários desafios emergem sobre como comunicar esses riscos à população para promover a sua prevenção.

Para colmatar isso, o seminário focar-se-á em três subtemas principais: 1) Formalmente Apresentação formal do novo Observatório Nacional de Riscos Emergentes (ONRE) e sua ligação à Rede Europeia de Intercâmbio de Riscos Emergentes (EREN), seguido da apresentação de estudos de caso sobre riscos emergentes, nos domínios da alimentação e saúde; 2) Discutir o papel da comunicação de ciência em saúde e os desafios da comunicação de riscos emergentes, particularmente com base na abordagem inovadora da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) para a comunicação de risco e o programa de literacia em saúde, proposto pela Direção Geral de Saúde (DGS), para implementação nos próximos anos; 3) Discutir os desafios colocados pelos riscos emergentes de tecnologias emergentes e o potencial das tecnologias emergentes para a comunicação em saúde. O seminário será encerrado com uma apresentação do curso de pós-graduação em “Comunicação em Saúde Pública” pelo FCH-UCP.

Este evento contará com a participação do Investigador Principal do IPMA, António Marques, como orador do tema: “Micro and nanoplastics in coastal areas: threats for consumers?”

O evento é gratuito mas de inscrição obrigatória. Para inscrições, por favor aceda à seguinte página: http://fch.lisboa.ucp.pt/international-seminar-emerging-risks-health-communication

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  • Cartaz
    Cartaz

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In My Country - EMD'19

In My Country - EMD'19

European Maritime Day2019-06-18 (IPMA)

O IPMA, na sessão In My Country - EMD'19, a 20 de junho

No âmbito do European Maritime Day'19 (EMD) o IPMA participa na sessão local "In My Country", a decorrer a 20 de junho, no Polo de Algés, Algés Av. Alfredo Magalhães Ramalho, 6, 1495-165 Algés.

É organizada uma ação de divulgação dedicada à comunidade em geral, focando temas como a utilização dos recursos biológicos de modo sustentável, dando enfâse às Algas Marinhas destinadas ao Consumo Humano.

O IPMA marca presença nas sessões In My Country - EMD'19

https://ec.europa.eu/maritimeaffairs/maritimeday/en/events-in-europe

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  • Cartaz European Maritime Day
    Cartaz European Maritime Day

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IPMA em Algés

IPMA em Algés

teste2019-06-17 (IPMA)

O ICES Science Day, que se realizou no passado dia 7 no IPMA em Algés, contou com a presença de mais de 100 investigadores nacionais e partes interessadas nos assuntos das ciências marinhas. O objetivo foi o de divulgar o plano de Ciência do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES), explicar como esta organização funciona e discutir os benefícios de uma maior participação na Comunidade ICES por parte de investigadores da Academia. Por último, importava identificar quais os mecanismos financeiros e/ou outros que pudessem assegura uma melhor participação nesta organização transatlântica.

Investigadores dos principais centros de investigação do país e universidades que se dedicam aos assuntos das ciências marinhas, estiveram presentes e deram o seu contributo ativo para a discussão dos vários assuntos. Os oradores convidados, tendo por base o plano de ciência do ICES apresentaram palestras de grande nível nas diversas áreas da ciência, desde o estudo dos ecossistemas, observação e exploração, avaliação dos impactos da atividade humana e os seus usos no meio marinho, conservação e gestão de recursos e ecossistemas, até à aquacultura, desenvolvimento de tecnologias de apoio à ciência e atividades no mar e as ciências sociais e económicas.

No fim, considerou-se a importância da criação de uma linha de financiamento que permitisse aos cientistas portugueses a sua maior participação em reuniões de trabalho do ICES, que ajudaria a uma maior consolidação da posição de Portugal nesta organização e ao mesmo tempo, beneficiaria a investigação nacional a partir das parcerias de investigação e criação de redes de especialistas no futuro.

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  • Participantes do painel de discussão sobre os benefícios que uma maior participação no ICES pode trazer à comunidade científica portuguesa.
    Participantes do painel de discussão sobre os benefícios que uma maior participação no ICES pode trazer à comunidade científica portuguesa.

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4 novos sistemas detectores de raios para a Madeira

4 novos sistemas detectores de raios para a Madeira

Madeira2019-06-14 (IPMA)

A operação consiste na instalação de 4 detetores de raios LS7002 (Santa/Porto Moniz, Santana, Porto Santo e Selvagens) e sistemas de processamento, arquivo e visualização de raios no Observatório Meteorológico do Funchal e nos Centros Meteorológicos dos Aeroportos da Madeira e de Porto Santo.

Designação da Operação: Rede de Detetores de Trovoadas no Arquipélago da Madeira

Código da Operação: POSEUR-02-1708-FC-000036
Eixo Prioritário: Promover a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e gestão de riscos
Objetivo Principal: Promover a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e gestão de riscos
Região de Intervenção: Região Autónoma da Madeira
Entidade Beneficiária: Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P.
Custo Total Elegível: 383.687,04 €
Apoio Financeiro da União Europeia (FC): 287.765,28 €
Apoio Financeiro Público Nacional: 95.921,76 €
Descrição e Objetivos do projeto:

O conjunto dos 4 detetores funcionarão em rede e permitirão avaliar em tempo real, a intensidade e polaridade dos raios através da medição da radiação eletromagnética emitida pelos raios. Recorrendo a métodos de triangulação será possível obter, com boa precisão, a localização do impacto dos raios, no solo.

A eficiência da deteção, num raio da ordem dos 200 km, em torno da Madeira será da ordem de 95% e a precisão da localização dos raios, inferior a 100 m. A rede da RAM, funcionará em conjunto com a rede do Continente, também em fase de reforço e atualização, no âmbito da Operação POSEUR-02-1708-FC-000035 – “Sistemas de previsão, alerta e resposta do clima no Continente’.

A informação, gerada por esta rede de detetores de raios, permitirá conhecer a distribuição geográfica, a evolução dos raios e o conhecimento das condições meteorológicas, em regra adversas, associadas aos padrões dos raios.

Assim, em conjunto com o Radar de Porto Santo, instalado em 2017 no âmbito do Projeto POSEUR-02-17-08-000001, o IPMA passará a ter os mais modernos meios de observação remota na Região Autónoma da Madeira, os quais, certamente, contribuirão para melhorar a vigilância e a previsão meteorológica a muito curto prazo e, consequentemente, a segurança de pessoas e bens.

A atualização do sistema de radiossondagem no Observatório Meteorológico do Funchal, também prevista na presente Operação, será executada durante o mês de julho de 2019. A conclusão física da operação está prevista para finais de outubro do corrente ano.

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  • Cofinanciamento POSEUR
    Cofinanciamento POSEUR
  • Detetores Trovoada
    Detetores Trovoada

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Divulgação externa: "2019 New Space Atlantic Summit"

Divulgação externa: "2019 New Space Atlantic Summit"

Space Atlantic Summit - 20192019-06-14 (IPMA)

O IPMA apoia a divulgação da cimeira "2019 New Space Atlantic Summit", a ter lugar nos dias 21 e 22 de junho, em Santa Maria, nos Açores.

A cimeira reúne actores de todo o Atlântico, do sector espacial e de vários outros sectores, para discutir vários temas relacionados com o domínio espacial. Desde a importância da observação terrestre, às aplicações marítimas provindas do espaço e ao papel de Portugal como hub espacial do Atlântico.

Participe nesta segunda edição. Para inscrição e mais informações: https://newspaceatlanticsummit.com

  • ic pdf

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Congresso Meteorológico Mundial | IPMA

Congresso Meteorológico Mundial | IPMA

Fotografia de grupo: World Meteorological Congress - 20192019-06-14 (IPMA)

O IPMA esteve presente no "World Meteorological Congress", que teve lugar em Genebra de 3 a 14 de junho.

O Congresso reúne de 4 em 4 anos e, este ano, visou acordar estratégias e ferramentas futuras no apoio aos países membros com vista a aumentar a resiliência face a condições climáticas extremas, água, clima e outros choques ambientais, fortalecer as observações e previsões científicas. Reforçar a ligação entre os sectores público e privado, assim como com as universidades, para responder mais eficazmente às necessidades sociais crescentes, foi outro dos objectivos do encontro.

A comitiva do IPMA contou com a presença do Presidente do Conselho Directivo, Miguel Miranda, dos responsáveis pelas áreas do Clima e Alterações Climáticas; da Previsão Meteorológica, Vigilância e Observação da Terra e das Relações Internacionais.

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  • Fotografia de grupo: World Meteorological Congress - 2019
    Fotografia de grupo: World Meteorological Congress - 2019

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Maio quente e extremamente seco em Portugal Continental

Maio quente e extremamente seco em Portugal Continental

maio quente2019-06-05 (IPMA)

Maio classificou-se como muito quente em relação à temperatura do ar e extremamente seco em relação à precipitação (Figura 1).

Foi o 7º maio mais quente desde 1931 e o 4º desde 2000. O valor da temperatura máxima do ar, foi o 2º mais alto desde 1931 (mais alto em 2015).

Durante o mês correu uma onda de calor, com início a 22 de maio e que se prolongou até aos primeiros dias de junho a qual abrangeu quase todo o território (Figura 2) e, nos dias 30 e 31 de maio, foram ultrapassados os anteriores maiores valores da temperatura máxima do ar em algumas estações meteorológicas do litoral.

Foi o 6º mês de maio mais seco desde 1931 (mais seco em 1991) e o 3º mais seco desde 2000, depois de 2006 e 2003. Desta forma a situação de seca meteorológica agravou e no final de maio quase rodo o território estava em seca (Figura 3): 2.5 % na classe de seca extrema, 27.9 % na classe de seca severa, 22.4 % na classe de seca moderada, 46.1 % na classe de seca fraca e 1.8 % na classe normal.

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  • Figura 1: Distribuição de temperatura e precipitação mês de maio desde 1931 até 2019
    Figura 1: Distribuição de temperatura e precipitação mês de maio desde 1931 até 2019
  • Figura 2: Onda de calor de 22 de maio a 03 de junho de 2019
    Figura 2: Onda de calor de 22 de maio a 03 de junho de 2019
  • Figura 3: Índice de seca PDSI
    Figura 3: Índice de seca PDSI

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Reunião dos 18 meses do projeto SEAFOOD TOMORROW

Reunião dos 18 meses do projeto SEAFOOD TOMORROW

teste2019-06-04 (IPMA)

Decorreu em Ghent, Bélgica, nos dias 14 e 15 de Maio de 2019 a reunião de Coordenação dos 18 meses do projeto europeu SEAFOODTOMORROW (ref. 773400 – financiamento H2020), coordenado pelo IPMA com a presença de mais de 70 participantes.

Este projeto centra-se essencialmente na validação de ações de inovação para a indústria da produção e processamento de pescado. Pretende-se otimizar e validar produtos de excelente qualidade, incluindo pescado com níveis adequados de nutrientes essenciais e teores reduzidos de sódio, bem como produtos processados de pescado de fácil e conveniente utilização por segmentos específicos da população, nomeadamente grávidas, idosos e crianças.

As tecnologias a validar compreendem sensores para a deteção e quantificação rápida dos teores de contaminantes em pescado, tecnologias de secagem, pasteurização e esterilização de pescado com maior eficiência energética e menor utilização de água, e estratégias de redução de contaminantes em pescado. O projeto pretende ainda validar ferramentas inovadoras que permitam determinar a autenticidade de pescado, bem como assegurar a sua rastreabilidade e criar as bases para a certificação da qualidade de pescado. Dada a excelente comunicação existente entre os 35 parceiros, as atividades em curso estão em linha com o inicialmente planeado, tendo servido a reunião para definir o plano de ação para as atividades a desenvolver nos próximos 6 meses.

A próxima reunião está agendada para os dias 5 e 6 de Novembro no Porto, Portugal.

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  • Reunião Seafood Tomorrow
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  • SEAFOOD TOMORROW
    SEAFOOD TOMORROW

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7 de Junho no IPMA-Algés

7 de Junho no IPMA-Algés

teste2019-06-03 (IPMA)

Realiza-se já na próxima sexta-feira, dia 7 de Junho, no IPMA-Algés, o ICES Science Day, com o objetivo de divulgar a nível nacional como funciona e trabalha o Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES), apresentar o plano de Ciência, esclarecer dúvidas relativas aos benefícios da participação na Comunidade ICES, discutir a abordagem para Portugal beneficiar de uma maior participação e identificar quais os mecanismos financeiros e/ou outros poderão existir de modo a assegurar uma melhor participação nesta organização transatlântica.

No programa do ICES Science Day, contamos com comunicações de investigadores nas várias áreas da Ciências Marinhas de Portugal. Veja a agenda do encontro em anexo.

Ainda vai a tempo de participar! Inscreva-se nesta importante reunião enviando um email para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES) (https://www.ices.dk/) é uma organização intergovernamental de ciências marinhas que utiliza dados científicos para emitir pareceres sobre o estado e o uso sustentável do Atlântico Norte. O seu objetivo é desenvolver e partilhar informação científica sobre os ecossistemas marinhos e os serviços a eles associados, para gerar aconselhamento imparcial de modo a conservar, gerir e manter sustentáveis os mares e oceanos comuns. Representa uma rede de 20 países membros, incluindo Portugal, que integra mais de 5.000 cientistas de mais de 700 institutos marinhos, dos quais, 1.500 cientistas participam anualmente nas suas atividades.

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Ver original (Instituto Português do Mar e da Atmosfera)

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